segunda-feira, 5 de março de 2018

Pubalgia pode ser tratada com Hidroterapia e alongamento - Nova Iguaçu - RJ


A inflamação, que geralmente se caracteriza por uma dor intensa na região da virilha, é cada vez mais comum entre atletas amadores ou profissionais

A pubalgia, é a dor que sentimos na sínfise pubiana, ou na origem da musculatura adutora, na região da virilha. A piora é progressiva com a continuidade do exercício físico e melhora muito com repouso e fisioterapia.  Um problema cada vez é mais frequente no meio esportivo, a pubalgia crônica tem como causa principal o encurtamento da musculatura posterior e adutora (responsável pelo fechamento e cruzamento das pernas) e a fraqueza dos abdominais.

A pubalgia pode começar por uma tendinite, ou seja, inflamação do tendão de um dos músculos adutores, e se apresentar como uma dor na virilha bem pontual. É hora de parar, consultar o médico para fazer diagnóstico diferencial. O objetivo é saber se se trata de hérnia ignal, doença infecciosa ou reumática,  ou até outra doença do aparelho geniturinário.

Ao receber o diagnóstico de pubalgia, o ideal é seguir um tratamento específico desde o início para evitar que a dor se torne crônica e incapacitante.

O que fazer?

O tratamento é multidisciplinar: o médico faz o diagnóstico, o fisioterapeuta elabora o programa de tratamento e o preparador físico mantém o treinamento baseado nos resultados de melhora do atleta.

São aconselhados vários tipos de tratamento, e a hidroterapia é um deles. O tratamento deve respeitar a dor do paciente, a respiração diafragmática está presente o tempo todo, principalmente nos exercícios de alongamento suave, descolamento fascial e mobilidade articular.

A principio vamos trabalhar com zero impacto tirando proveito do empuxo, esta força que vem de baixo para cima, aliviando o peso corporal sobre as articulações e da temperatura da água que promove relaxamento.

O alongamento progressivo deve ser indolor, com o objetivo de aliviar a tensão sobre a musculatura envolvida, recuperar o comprimento do músculo. Na água utilizamos o próprio movimento de arrasto que leva ao alongamento passivo.

A medida que o quadro álgico desaparece, a musculatura reage como por exemplo o bambu ele vai e volta mas não quebra. A ideia é essa: ser forte, mas flexível.

Na hidroterapia fazemos uso de várias técnicas de tratamento e vários tipos de relaxamento. A principio devemos ficar só na água, a medida que a musculatura reage vamos diversificando o trabalho. O grau de intensidade do trabalho é progressivo de acordo com a resposta do paciente.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2013/09/pubalgia-pode-ser-tratada-com-fisioterapia-aquatica-e-alongamento.html

Agende uma consulta:
Dr Marcello Bastos
Fisioterapeuta
21 98157-3414
Fisioterapia - Hidroterapia - Pilates - RPG - Kinesio Taping 
Crochetagem - Terapia Manual - IASTM

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