quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Palpação Cintura Pélvica e Coxa - Osteologia


Neste tópico iremos abordar as técnicas de palpação Cintura Pélvica e Coxa das partes ósseas relacionadas abaixo:
  1. Osso ilíaco
  2. EIAS
  3. EIPS
  4. EIPI
  5. Tubérculo Isquiático
  6. Tubérculo Púbico
  7. Trocanter Maior

Ilíaco

Osso ilíaco - paciente de pé ou em DD, porém se preferir também pode ser sentado, terapeuta de pé ou sentado de frente para o paciente coloca as mãos na lateral do quadril do paciente, próximo à linha horizontal imaginária que corresponde à cicatriz umbilical. Suas mãos sentirão resistência óssea que corresponde às cristas ilíacas. Pode também apoiar as mãos na linha de cintura do paciente e desliza-las no sentido caudal até que sinta as cristas ilíacas. 

EIAS - paciente de pé ou em DD, terapeuta de pé ou sentado de frente para o paciente, o terapeuta vai seguir as cristas ilíacas no sentido póstero-anterior até alcançar as EIAS (sente-se uma estrutura angular sob os dedos).

EIPS - paciente de pé, de costas para o terapeuta ou em DV, terapeuta de pé ou sentado de frente para o paciente, vai seguir as cristas ilíacas no sentido antero-posterior até que sente as EIPS (sente-se como proeminências que se destacam póstero-superiormente, próximas às “covinhas” bilaterais do sacro, bem próximas às articulações sacro-ilíacas. 

EIPI - paciente de pé, de costas para o terapeuta ou em DV, terapeuta de pé ou sentado de frente para o paciente, palpa-se as EIPI, aproximadamente 2 dedos transversos abaixo das EIPS. 

Observação:
A edição comparando a altura das EIAS e EIPI, com o paciente de pé, pode ser utilizado como parâmetro clinico para determinação de ilíaco anteriorizado ou posteriorizado; nos homens aceita-se a normalidade com a EIAS e EIPI na mesma altura ou a EIPI com 1 dedo abaixo da EIAS, porém ligeiramente retrovertido. Já as mulheres a EIAS deve estar na mesma linha horizontal paralela ao chão com a EIPI ou 1 dedo acima desta, ligeiramente antero vertida, é importante que se faça essa medida bilateralmente.

Tubérculo Isquiático - paciente em DL ou DV, terapeuta de pé de frente para o paciente. Se o paciente estiver em DL, o terapeuta pode colocar a coxa do paciente em flexão e seguindo uma linha media vertical que cruza a região glútea palpará o tubérculo isquiático inferiormente, se o paciente estiver em DV à palpação se dá em um ponto médio do sinal cutâneo constituído pelo sulco glúteo (este sulco é horizontal)

Tubérculo Púbico - paciente em DD, terapeuta em pé de frente para o paciente, o terapeuta seguirá uma linha imaginaria horizontal vinda dos trocanteres maiores do fêmur em direção medial até que palpa o tubérculo púbico. Nos homens essa palpação deve ser cautelosa, pois está em direção à região do cordão espermático. Trata-se de uma região sensível.

Fêmur

Trocânter Maior - paciente em DD, terapeuta de pé de frente para o paciente, palpará os trocanteres maiores na região lateral superior da coxa. Eles constituem os pontos de sensação tátil óssea mais laterais na região proximal da coxa.

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